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Intoxicação por agrotóxicos

Uma reportagem do Globo Rural de 31/03/2019 mostrou números alarmantes a respeito de intoxicações por agrotóxicos na agricultura de larga escala em uma década. Comunidades vizinhas a grandes produtores de grãos e, principalmente, os agricultores sofrem as consequências, muitas vezes fatais, dessa prática. Como produzir em larga escala sem o uso de agrotóxicos? Como reduzir seu uso e contaminação ambiental? Será a monocultura realmente a saída para a produção de alimentos? Qual é o papel da agricultura familiar e do desperdício de alimentos na redução da fome no Brasil?


Ao assistir à essa reportagem, estamos vendo grandes produções que utilizam assistência técnica qualificada e que certamente fazem contas para que a produção seja o mais rentável possível.


Ao frequentar o interior de pequenas cidades, como a área rural da região serrana do Rio de Janeiro, importantes questões surgem ao ver um agricultor aplicando agrotóxico. Qual tipo de orientação ele recebe? Provavelmente nenhuma, já que dificilmente se vê o uso de EPI (equipamentos de proteção individual) durante a aplicação, o que seria o primeiro indício de que existe uma orientação na aplicação dos venenos. Dadas as distâncias e dificuldade de locomoção até um posto médico, quantas intoxicações são realmente diagnosticadas e tratadas, e consequentemente notificadas?
Ficam aqui algumas reflexões. Qual é o papel da agricultura orgânica na manutenção da saúde global (incluindo a do consumidor), na conservação do meio ambiente e na redução da fome?


Leia a reportagem na íntegra:


https://g1.globo.com/economia/...

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